Novos critérios de qualidade do Facebook

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O Facebook mudou o algoritmo mais uma vez. O objetivo da mudança é dar mais qualidade para o Feed de notícias, priorizando melhores conteúdos que os atuais que ganham relevância com cliques e comentários, mas não são agregam valor. O foco é estimular melhores práticas no compartilhamento de links nas Páginas e reduzir o número de publicações “caça-cliques”. Em resumo, vamos perder menos tempo com conteúdo inútil.

Uma prática comum dos anunciantes é atualizar as páginas com uma foto ou vídeo junto com um link encurtado. Entretanto, o Facebook declarou em comunicado oficial que a maneira mais eficaz para gerar engajamento é apenas compartilhar o link do site, que automaticamente gera a imagem e permite uma flexibilidade maior na construção do texto de chamada. Essa atualização, gera em média o dobro de cliques se comparado às atualização com um link encurtado. Por esse motivo, a empresa priorizará esse formato na hora de entregar os conteúdos mais relevantes nos Feeds de notícias.

O Facebook diz que a mudança não afetará os anúncios, apenas os conteúdos orgânicos publicados nas páginas. Entretanto, recomendam que links encurtados sejam evitados para aumentar o engajamento com público-alvo. Como no exemplo da imagem abaixo:

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The mobile tipping point: Chegou a vez do Mobile!

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Todos nós sabemos que a publicidade mobile está crescendo. Mas crescendo quanto? De onde está vindo a verba para esses investimentos? E o que define sucesso nesses dispositivos? Publicitários e profissionais de mídia enfrentam esses questionamentos todos os dias na hora de decidir onde vão investir suas verbas publicitárias. Anúncios mobile estão crescendo muito mais rápido do que imaginamos e está difícil acompanhar as mudanças para continuar crescendo.

O mais novo relatório da Nielsen, The Mobile Tipping Point, Best Practices for Accelerating Mobile Brand Advertising Growrh, apresenta os dados da pesquisa realizada com profissionais de marketing, de mídia e agências.

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  • Os gastos com anúncios mobile com o objetivo de branding vão crescer mais rápido que o investimento em iniciativas de respostas diretas em 2014. Um quarto dos anunciantes vai aumentar a verba de branding em mais de 20% neste ano.
  • 3/4 da verba dos novos anunciantes mobile será realocado de verbas que seriam de outros anúncios online e offline;
  • Anunciantes vão aumentar o uso do mobile como estratégia de publicidade em múltiplas plataformas que vão ser trabalhadas em conjuntos com outras mídias online e offline;
  • 70% dos anunciantes aumentariam os anúncios mobile se pudessem medir o alcance e retorno ao mesmo tempo;

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A nova classe C: Você está preparado para vender para eles?

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Durante o Fórum de E-Commerce Brasil 2014, Renato Meirelles lançou seu livro Um País Chamado Favela e apresentou os dados mais recentes sobre a nova classe C e sobre as características desse e-consumidor emergente.

Na última década, a renda familiar média dos 25% mais pobres foi a que mais cresceu no Brasil. Entretanto, o Brasil é um país desigual, metade dos brasileiros tem renda domiciliar per capita de até R$513 por mês enquanto apenas 5% dos brasileiros tem renda domiciliar per capita de R$2.450 ou mais por mês.

O que classifica ser classe C?
A tabela abaixo apresenta os critérios da classificação econômica.

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Na palestra, Renato apresenta que a desigualdade não é exclusividade do Brasil, o mundo é desigual. 54% da população mundial vive com renda inferior a R$ 320,00 por mês e apenas 18% possuem renda superior a R$1.120,00.

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Por que você odeia seu trabalho

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A maneira que nós estamos trabalhando não está funcionando. Mesmo que você tenha a sorte de estar empregado, provavelmente não está muito animado para chegar no escritório de manhã, não se sente muito valorizado enquanto está lá, encontra muita dificuldade de realizar o trabalho que realmente importa em meio a tantas distrações e não acredita que você está fazendo muita diferença de qualquer forma. Quando chega em casa, se sente vazio e ainda assim respondendo emails até a hora de ir dormir. Cada vez mais, esta insatisfação é comum não apenas entre os gerentes de nível médio, mas também entre os altos executivos.

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Nossa empresa, o Projeto Energia, trabalha com organizações e seus líderes para melhorar o envolvimento dos funcionários e obter um desempenho mais sustentável. Um pouco mais de um ano atrás, Luke Kissam, o presidente-executivo da Albemarle, uma empresa química multibilionária, nos procurou para ajudá-lo a lidar com a sensação de que sua vida estava cada vez mais esmagadora. “Eu sentia que não importava o que eu estava fazendo, eu sempre estava sendo puxado em outra direção”, explicou. “Parecia que eu estava sempre traindo alguém – a minha empresa, a minha família, eu mesmo. Eu não conseguia me concentrar em coisa alguma.”

O Sr. Kissam não está sozinho. Srinivasan S. Pillay, psiquiatra e assistente de professor clínico da Harvard Medical School que estuda o burnout, recentemente pesquisou uma amostra aleatória de 72 altos dirigentes e descobriu que quase todos eles relataram pelo menos alguns sinais de burnout e que em todos os casos observou pelo menos um motivo da causa da doença no trabalho.

pesquisa satisfacao empregoSegundo um relatório feito em 2013 pelo Gallup, apenas 30% dos funcionários na América do Norte se sentem engajados no trabalho. Em mais de 140 países, a proporção de trabalhadores que se sentem engajados no trabalho é apenas de 13%. Para a maioria, o trabalho é um empobrecimento, uma experiência deprimente e de maneiras óbvias, está ficando pior.

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O que o relatório do The New York Times ensina sobre produção de conteúdo no ambiente digital

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No final de março desse ano, um relatório de quase 100 páginas sobre a situação atual do jornal The New York Times foi publicado no BuzzFeed e logo depois no Huffington Post. O jornal perdeu mais de 64% em publicidade nos últimos 12 anos e demorou muito tempo para entender as mudanças pelas quais o mercado está passando. O relatório é enorme e cheio de informações importantes para os profissionais de marketing, jornalismo e estrategistas de conteúdo.

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Caso você queira ver o arquivo original, é só clicar no link. Dei uma boa lida no relatório e levantei alguns dos pontos importantes sobre as informações publicadas nele.

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Links patrocinados em formato de email marketing?

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O Google AdWords é o produto do Google responsável em fazer anunciantes e potenciais clientes se encontrarem. A procura por informações, produtos e serviços no buscador ou na Rede de Pesquisa do Google é o principal meio de monetização da empresa enquanto a maioria dos serviços são disponibilizados “gratuitamente”. ( O nosso preço é deixar ser impactado por propagandas enquanto utilizamos os produtos de forma gratuita. 😉 )

Atualmente o GMAIL, email do Google, faz parte da Rede de Pesquisa e você já deve ter observado que é comum aparecer anúncios enquanto você lê e responde seus emails. Esses anúncios, polêmicos por que usam um robô para identificar os temas conversados no email e apresentar anúncios relacionados a eles, agora estão aparecendo em formato de email marketing.

Como assim email marketing?

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