Por que você odeia seu trabalho

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A maneira que nós estamos trabalhando não está funcionando. Mesmo que você tenha a sorte de estar empregado, provavelmente não está muito animado para chegar no escritório de manhã, não se sente muito valorizado enquanto está lá, encontra muita dificuldade de realizar o trabalho que realmente importa em meio a tantas distrações e não acredita que você está fazendo muita diferença de qualquer forma. Quando chega em casa, se sente vazio e ainda assim respondendo emails até a hora de ir dormir. Cada vez mais, esta insatisfação é comum não apenas entre os gerentes de nível médio, mas também entre os altos executivos.

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Nossa empresa, o Projeto Energia, trabalha com organizações e seus líderes para melhorar o envolvimento dos funcionários e obter um desempenho mais sustentável. Um pouco mais de um ano atrás, Luke Kissam, o presidente-executivo da Albemarle, uma empresa química multibilionária, nos procurou para ajudá-lo a lidar com a sensação de que sua vida estava cada vez mais esmagadora. “Eu sentia que não importava o que eu estava fazendo, eu sempre estava sendo puxado em outra direção”, explicou. “Parecia que eu estava sempre traindo alguém – a minha empresa, a minha família, eu mesmo. Eu não conseguia me concentrar em coisa alguma.”

O Sr. Kissam não está sozinho. Srinivasan S. Pillay, psiquiatra e assistente de professor clínico da Harvard Medical School que estuda o burnout, recentemente pesquisou uma amostra aleatória de 72 altos dirigentes e descobriu que quase todos eles relataram pelo menos alguns sinais de burnout e que em todos os casos observou pelo menos um motivo da causa da doença no trabalho.

pesquisa satisfacao empregoSegundo um relatório feito em 2013 pelo Gallup, apenas 30% dos funcionários na América do Norte se sentem engajados no trabalho. Em mais de 140 países, a proporção de trabalhadores que se sentem engajados no trabalho é apenas de 13%. Para a maioria, o trabalho é um empobrecimento, uma experiência deprimente e de maneiras óbvias, está ficando pior.

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O que o relatório do The New York Times ensina sobre produção de conteúdo no ambiente digital

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No final de março desse ano, um relatório de quase 100 páginas sobre a situação atual do jornal The New York Times foi publicado no BuzzFeed e logo depois no Huffington Post. O jornal perdeu mais de 64% em publicidade nos últimos 12 anos e demorou muito tempo para entender as mudanças pelas quais o mercado está passando. O relatório é enorme e cheio de informações importantes para os profissionais de marketing, jornalismo e estrategistas de conteúdo.

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Caso você queira ver o arquivo original, é só clicar no link. Dei uma boa lida no relatório e levantei alguns dos pontos importantes sobre as informações publicadas nele.

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Perfil dos usuários do Instagram

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O Instagram é uma rede social que começou com a estratégia de ser exclusiva para celulares iOS e demorou muito tempo até disponibilizar o download para Android e Windows phone. A simples ideia de tirar, editar e compartilhar imagens fez do aplicativo um dos mais populares do mundo e os números impressionam, são mais de 50 milhões de fotos por dia postadas na plataforma.

Confira o infográfico abaixo que ilustra algumas curiosidades sobre a rede social:

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Nova tabela de cargos e salários da ABRADI

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A demanda por profissionais especializados em marketing digital é uma das que mais cresce no Brasil acompanhando o crescimento do mercado em expansão. Estar na internet passou de ser opcional já faz tempo, é obrigação de qualquer empresa que não quer ficar pra trás. Pensar em uma estratégia que combine canais de comunicação com uma linha única de criação não é função para pessoas despreparadas. As agências já entenderam que a prestação de serviço é tão importante como a compra de mídia e a necessidade de profissionais específicos para cada área nunca foi tão importante. Com isso, a definição de funções se fez necessária para esse novo cenário.

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